É já este sábado o meu primeiro workshop. Este será um primeiro passo, o principio da minha aprendizagem também numa área que gostava de investir, animação ligada à dança.
O começo porque não tenho formação nem na área artística nem pedagógica. Muitos perguntam, incluindo eu, se não estou a começar a construir a casa pelo telhado. A resposta mais fácil de dar é que muito provavelmente sim. Tento isolar este pensamento e pensar que darei um passo de cada vez e avaliando os pontos em que necessito de evoluir e procurar formações direcionadas para objetivos mais focados e sucintos no tempo.
Voltando ao dia 7, sinto a ansiedade da expectativa natural nestas alturas em que se experimenta algo novo. Vou apresentar uma ideia e um conceito, algo que irá ser alvo de escrutínio. Não é possível agradar a gregos e a troianos, mas desejo sinceramente que o resultado final traga um sorriso originado numa hora e meia bem passada com muita alegria, convívio e dança. Claro está, e mais importante, que consiga colocar a semente da vontade de prosseguir neste tipo de atividades aqueles que participarem no workshop.
Não será com este dia que irei descobrir a pólvora ou tornar-me num master no ensino da dança. Também não será neste dia que irei desistir caso as coisas não corram como esperado. Apenas o primeiro passo.
Até sábado
quarta-feira, 4 de junho de 2014
sexta-feira, 30 de maio de 2014
Fashion way
Não te abandonei, garanto.
Apesar de agora também twittar.
Não te esqueci, é certo
Se bem que mais (+) carregar
Não me despeço, sem margem para duvidas
Mesmo vendo-me a likar
Não te encerrarei, é impossível
Ainda que esteja a dispersar.
Não deixarás de ser uma parte de mim
Pois é aqui que o insano e profano,
profundo e pensado
Alegre e motivador, irei continuar a ditar
Apesar de agora também twittar.
Não te esqueci, é certo
Se bem que mais (+) carregar
Não me despeço, sem margem para duvidas
Mesmo vendo-me a likar
Não te encerrarei, é impossível
Ainda que esteja a dispersar.
Não deixarás de ser uma parte de mim
Pois é aqui que o insano e profano,
profundo e pensado
Alegre e motivador, irei continuar a ditar
quarta-feira, 14 de maio de 2014
E agora com quase cinco meses
Um exemplo: Dia de ir às compras.
Após passagem rápida pelos pasquins da publicidade, célere, pois se me der ao trabalho de ler tamanha quantidade de informação, processar, comparar e definir um plano de ataque mais eficiente e poupado deixo de ter vida, enveredo em mais uma odisseia sem hora de fim estipulada.
Considero-me uma pessoa bastante controlada no que toca ao consumismo desenfreado, no espanto quase espontâneo por algo cuja a cor hoje está mais atrativa ou que o cêntimos abaixo do valor comum de algo me façam leva-lo e ficar na prateleira sem grande utilidade.
No entanto há um padrão que tem vindo a acontecer, jornada de compra após jornada de compra.
O pensamento: "Afinal não compro isto sempre, neste já poupo da próxima vez que cá voltar."
Falácia da grossa esta, porque todos os meses há algo que não compro sempre. Verdade que não se repetem mas a parte do poupar o "excesso" que fiz no anterior é algo que dificilmente vai acontecer. Mas lá me adapto e resolvo, tirando até algum prazer nesta necessidade de decisão e avaliação à posteriori.
Nestes quase cinco meses aprendi que a gestão de uma casa tem muito que se lhe diga. A vertente das compras é apenas uma delas. Sempre fui habituado a ter tarefas domésticas apesar de com o tempo ter a perfeita noção que aperfeiçoei a capacidade de me furtar a algumas delas ;) Mas neste campo das decisões, devo dizer que apenas era solicito quando as questões fugiam para a tecnologia ou resolução de problemas.
Há coisas que faço com gosto outras porque a necessidade de as ter feita é mais importante. Para mim foi importante esta mudança de paradigma. Nunca me considerei um preguiçoso e sempre estive disposto a ajudar. Mas neste momento sei onde é realmente preciso me dedicar para que o faço seja onde é mais necessário.
Após passagem rápida pelos pasquins da publicidade, célere, pois se me der ao trabalho de ler tamanha quantidade de informação, processar, comparar e definir um plano de ataque mais eficiente e poupado deixo de ter vida, enveredo em mais uma odisseia sem hora de fim estipulada.
Considero-me uma pessoa bastante controlada no que toca ao consumismo desenfreado, no espanto quase espontâneo por algo cuja a cor hoje está mais atrativa ou que o cêntimos abaixo do valor comum de algo me façam leva-lo e ficar na prateleira sem grande utilidade.
No entanto há um padrão que tem vindo a acontecer, jornada de compra após jornada de compra.
O pensamento: "Afinal não compro isto sempre, neste já poupo da próxima vez que cá voltar."
Falácia da grossa esta, porque todos os meses há algo que não compro sempre. Verdade que não se repetem mas a parte do poupar o "excesso" que fiz no anterior é algo que dificilmente vai acontecer. Mas lá me adapto e resolvo, tirando até algum prazer nesta necessidade de decisão e avaliação à posteriori.
Nestes quase cinco meses aprendi que a gestão de uma casa tem muito que se lhe diga. A vertente das compras é apenas uma delas. Sempre fui habituado a ter tarefas domésticas apesar de com o tempo ter a perfeita noção que aperfeiçoei a capacidade de me furtar a algumas delas ;) Mas neste campo das decisões, devo dizer que apenas era solicito quando as questões fugiam para a tecnologia ou resolução de problemas.
Há coisas que faço com gosto outras porque a necessidade de as ter feita é mais importante. Para mim foi importante esta mudança de paradigma. Nunca me considerei um preguiçoso e sempre estive disposto a ajudar. Mas neste momento sei onde é realmente preciso me dedicar para que o faço seja onde é mais necessário.
quarta-feira, 23 de abril de 2014
Desafios
Desafio número 1:
Fazer com que a mãe utilize o tablet.
Dificuldades:
Notas:
Desafio número 2:
Ajudar o pai a repor o estado do windows para um ponto de restauro.
Dificuldades:
Notas:
Fazer com que a mãe utilize o tablet.
Dificuldades:
- A unha não serve de muito
- O ecrã não queima
- Podes sempre voltar para trás sem teres que me perguntar o que fizeste (difícil saber visto que não estava lá)
Notas:
- Aprender a utilizar o facebook foi num abrir e fechar de olhos.
Desafio número 2:
Ajudar o pai a repor o estado do windows para um ponto de restauro.
Dificuldades:
- Milhares de kilómetros de distância
- Chamadas que caiem constantemente
- A utilização de teclas nunca antes percepcionadas
- Não saber a password do administrador
Notas:
- é um verdadeiro desenrascado, aprende depressa demais
quarta-feira, 16 de abril de 2014
Hoje já sei
Hoje sei porque...
Porque quando estás arrumas o quarto de alguém
Sem ninguém dar por isso,
Sem mencionares tal facto
Sem que com isso queiras dizer algo nas entrelinhas.
Hoje sei porque...
Ficas sereno e observas os momentos entre nós
Sem que com isso seja motivo para ficares de fora
Sem sequer ser falta de interesse, pelo contrário
Sem deixares de parecer sempre presente.
Hoje sei porque...
O prazer das pequenas coisas que tiras quando voltas
Do mais pequeno afazer ao mais moroso e complicado
A vontade de ajudar e estar presente
Conquistar o tempo e o espaço que a vida nos retirou
sem invadir ou impor a presença a quem mais se gosta.
Hoje cresço mais um bocadinho, todos os dias que volto.
Encontro quem fica e procuro entrar, calmo e sereno.
Não interferindo em rotinas que, após pouco tempo,
já não parecem ser minhas
Hoje sei porque sou assim,
Reservado e cauteloso, não por algum trauma ou agrura da vida
Sou porque hoje vejo mais de ti em mim e gosto.
Respeitador e preocupado
Sou porque, propositado ou não, foi algo que nos passaste.
Hoje sei que um dei serei um bom pai
Mesmo ainda tenho muito que crescer como homem,
O serei pois o modelo que quero para mim, já o encontrei em ti.
Porque quando estás arrumas o quarto de alguém
Sem ninguém dar por isso,
Sem mencionares tal facto
Sem que com isso queiras dizer algo nas entrelinhas.
Hoje sei porque...
Ficas sereno e observas os momentos entre nós
Sem que com isso seja motivo para ficares de fora
Sem sequer ser falta de interesse, pelo contrário
Sem deixares de parecer sempre presente.
Hoje sei porque...
O prazer das pequenas coisas que tiras quando voltas
Do mais pequeno afazer ao mais moroso e complicado
A vontade de ajudar e estar presente
Conquistar o tempo e o espaço que a vida nos retirou
sem invadir ou impor a presença a quem mais se gosta.
Hoje cresço mais um bocadinho, todos os dias que volto.
Encontro quem fica e procuro entrar, calmo e sereno.
Não interferindo em rotinas que, após pouco tempo,
já não parecem ser minhas
Hoje sei porque sou assim,
Reservado e cauteloso, não por algum trauma ou agrura da vida
Sou porque hoje vejo mais de ti em mim e gosto.
Respeitador e preocupado
Sou porque, propositado ou não, foi algo que nos passaste.
Hoje sei que um dei serei um bom pai
Mesmo ainda tenho muito que crescer como homem,
O serei pois o modelo que quero para mim, já o encontrei em ti.
segunda-feira, 7 de abril de 2014
O abrir dos olhos
Gosto tanto da cegueira própria da juventude
Em que tudo nos parece mais credível e confortável
à luz da (pseudo) experiência.
Sem saber o que mais me preocupa,
Se o horror de, tal como no ensaio,
Voltar a ser mais um que vê
Ou se por outro, agora que consigo olhar para trás
O número de indivíduos cuja juventude
é cada vez maior que aquela
que neste momento em mim se revela.
Em que tudo nos parece mais credível e confortável
à luz da (pseudo) experiência.
Sem saber o que mais me preocupa,
Se o horror de, tal como no ensaio,
Voltar a ser mais um que vê
Ou se por outro, agora que consigo olhar para trás
O número de indivíduos cuja juventude
é cada vez maior que aquela
que neste momento em mim se revela.
E quando o tempo muda
Depois de umas horas de chuva meio inesperadas, aparecem sempre os que em dia de sol trazem o guarda chuva atrás. Escusado será dizer que parecem chocolate quente nas caraíbas.
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