sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

Zouter da Ron

Há quem fale em falácia,
Outros em disléxia de palavras
Por ventura apenas,
Um delirio da minha utopia.

Olho-me envolto
Cercado e centrado
Vendo na direcção vendida
A troca simples e transitada.

O Caos popula as mentes,
De um sociedade endiabrada.
Que por tudo se queixa,
por tudo alguém culpa...
Mas na hora do bom senso
Apenas a lei do seu umbigo perdura.

Quem olha para si antes de apontar?
Quem se lembra do cliché,
Vindo de um monte antigo,
"Quem não tem pecados, que seja o primeiro a atirar".

Já divaguei, num jogo de palavras comecei
Numa lição presunçosa acabei.

Tudo isto para dizer...
Não troques as baldrocas,
Pois a vida troca ainda mais.
Sim, vive mas consciente...
que o tudo o que vai trás o segundo V

Volta....

sexta-feira, 24 de setembro de 2010

Certo

Há que saber dizer as coisas certas
Ás pessoas certas
Para chegar a horas certas
Da maneira Certa....ou não

quinta-feira, 23 de setembro de 2010

Crónicas de um Submarino

Ontem foi engraçado, aqui o Zé Peixe decidiu entrar na piscina e fazer os exercícios iniciais de chinelinhos calçados!

Resultado: Agora sou o Cromo lá dos Massaricos

sexta-feira, 3 de setembro de 2010

Bardamerda

Endiabrado sonegado
A mente por entre fios e correntes.
Ai cheiro nauiseabundo
De origem em sovacos mui calientes.

Fica-te e não esbiches
Com esse olhar pontiagudo
Orbitas em flecha
De tanto rastrear e localizar.

Lírio escarafunchado,
Em vestes desafogadas
Doce caminho para o amargo
Perdição Santificada.

Completa e pura desordem
De palavras idem mas pouco pontentes
Do suor na versão mais largada,
Para uma reluzente e adocicada.

Alguém sabe dizer-me o que se passou aqui?

segunda-feira, 23 de agosto de 2010

Novo Projecto

Brevemente irei estudar as reacções a um acontecimento extremamente maçudo, repetitivo e irritante. Vulgo: Som das teclas do telemóvel activo e a reproduzir algo do género "Chato"

quinta-feira, 15 de julho de 2010

puf

Um relance no olhar,
turva qualquer linha de pensamento.
Sem saber bem para onde virar
Sigo e encontro um cruzamento.

Sem direcção para tomar
confuso mas aparentemente,
Sinto-me bem..contente
Com tanta força presente.

Rebato ilusões,
de quem tão prosaicamente
se entretém a teorizar sobre alguém
fuga dos seus sórdidos problemas
encontram consolo na injuria alheia.

Sinto-me bem, já disse? Mesmo no cruzamento.
Estou vivo e desperto,
alerta e expectante.
Não me julguem equivocado,
Estarei sempre vulnerável...
Mas sem qualquer truque embutido
Salto e desvio-me...sigo em frente

Rosto perfeito
Sim perfeito...não me enganei
perfeito no semblante
perfeito na postura
perfeito na áuera
de confiança que perdura.

Por muitos dedos que me apontem
Apenas sigo os meus principios,
haja quem primeiro e antes de observar,
para e escute seu próprio desígnio.

Em tom de escárnio digo..

Grande e grosso e dá-te duas voltas ao pescoço:
Apresento-vos o meu EGO.