Endiabrado sonegado
A mente por entre fios e correntes.
Ai cheiro nauiseabundo
De origem em sovacos mui calientes.
Fica-te e não esbiches
Com esse olhar pontiagudo
Orbitas em flecha
De tanto rastrear e localizar.
Lírio escarafunchado,
Em vestes desafogadas
Doce caminho para o amargo
Perdição Santificada.
Completa e pura desordem
De palavras idem mas pouco pontentes
Do suor na versão mais largada,
Para uma reluzente e adocicada.
Alguém sabe dizer-me o que se passou aqui?
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sexta-feira, 3 de setembro de 2010
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