domingo, 15 de novembro de 2015

Blogguer 2.0

Assim sem querer foi modificando,
Esquecendo um desprezo dissimulado,
Primeiro estranhei e depois estranhei.
O tempo passado de olho no pequeno ecrã,
De momentos esporádicos a rotinas marcadas.
Qual ditado que se encaixa de forma perfeita:
Casa de ferreiro espeto de pau.

Primeiro post do mobile ;)

quinta-feira, 8 de outubro de 2015

uma vivência

um toque suave e único
um olhar profundo e terno
um sorriso que encanta
um beijo que desarma

consultas de urgência sempre com o aviso
de efeitos secundários gravíssimos...
graves apenas na magnitude
doces em todo o esplendor

o teu abraço
forte, sincero e honesto.
quente, sedutor e cativante
respiração dispara mas coração acalma

Paradoxal? talvez...
o tempo passa isto tudo fica


somos sentimos voamos
um dia temos de pousar, mas voltamos a voar novamente

o antagónico democrático

A todos a quem algum dia divirjam da minha opinião,
A todos aos quais um dia, do outro lado estarão.
Espero eu conseguir respeitar, que há outra maneira de pensar.
Espero eu não catalogar de burros, pelo diferente terem escolhido
Espero não recomendar ajuda psicológica, por achar que o oposto é seguramente louco
Espero não caminhar para o insulto gratuito, por sentir claramente que tal é merecido.

Resumindo...
Espero não ser impulsivo/agressivo/intolerante, sem antes tentar conhecer os motivos.
Espero dar o beneficio da duvida primeiro, pois não só de arroz e feijão se faz uma refeição.


Depois de os motivos ouvidos...logo se vê....



(para que fique claro sobre quem escreve: Alcindo Ramalho)

sexta-feira, 2 de outubro de 2015

Qual o caminho

Quando vemos outros continuar a tentar
persistência e perseverança gostamos de chamar

Enquanto assistimos aqueles que não abdicam
espírito e carácter forte povoam quem os adjetiva

Aos que mesmo com sinais contrários insistem em frente
Coroamos com um sentido de argucia e distinção

Questão é quando somos  nós...
Lerdo e totós, apenas fica esta a sensação

sexta-feira, 19 de junho de 2015

domingo, 31 de maio de 2015

E o tempo passa

O vento quase que afaga o luto entranhado
entardecido pela dor da separação
O vento quase que leva para longe a sensação
do ultimo toque físico que não terá repetição


Um barco que mais uma vez observo deste papel
Aquele do qual para o outro não quero trocar
Apenas imagino as sensações que desejo não sentir
E no eterno, os que mais quero, não ver partir.

A vida está em constante renovação e redenção
Um fluxo que não tem paragem ou interrupção
Somos filhos, tios, pais, avós...
E no fim apenas ficará,
aqueles cuja marca vincou e teimou entrar
a sensação de um adeus ténue, injusto e inócuo
Pois não mais, para trás vamos voltar.