Nem sei ao certo que significado,
guarda esta palavra.
Não percebo sequer a razão
pela qual ela agora,
decide e materializa-se
sem permissão e oposição.
Lado a lado,
com a dor de estar longe.
Daqueles que amamos,
e sofrem sem amparo.
Uma palavra, um toque, um carinho...
Nem mesmo o cliché,
que estarás sempre o coração.
Chega para dourar tal situação.
Nem mesmo o espectável,
de toda a situação,
deixa-me acalmar...um anseio
que todos aqui partilhamos.
Desejo de um abraço forte,
e sentir que a dor por todos,
é partilhada e superada.
A ti ... Pai neste momento...
sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011
segunda-feira, 31 de janeiro de 2011
O primeiro poema infantil
Havia um porquinho,
De pele rosada.
Muito redondinho,
Amigo da paparoca.
Quando o tempo estava quente
No charco refrescava,
Muita água, muita terra
O porquinho adorava.
Quando vinha o frio,
nas palhas deitava.
Bem aconchegado
com doces sonhava.
Oinc! Oinc!
p.s: Lol
quinta-feira, 20 de janeiro de 2011
De quem é a culpa?
Mais um momento de intensa introspecção e cheguei à conclusão que a culpa daquele sentimento de nos sentirmos sempre melhor a fazer algo no nosso lar, é do nossos progenitores. Desde a comida que em casa sabe sempre melhor, ao simples facto da folha dupla fazer parecer todos os outros papeis de casa banho públicas, uma folha desgastada a desfazer-se nas mãos...
Como diria algúem: "Home, Sweet Home"
Como diria algúem: "Home, Sweet Home"
...ou em Luso-Britânico "casa, doce da casa"
sexta-feira, 10 de dezembro de 2010
Zouter da Ron
Há quem fale em falácia,
Outros em disléxia de palavras
Por ventura apenas,
Um delirio da minha utopia.
Olho-me envolto
Cercado e centrado
Vendo na direcção vendida
A troca simples e transitada.
O Caos popula as mentes,
De um sociedade endiabrada.
Que por tudo se queixa,
por tudo alguém culpa...
Mas na hora do bom senso
Apenas a lei do seu umbigo perdura.
Quem olha para si antes de apontar?
Quem se lembra do cliché,
Vindo de um monte antigo,
"Quem não tem pecados, que seja o primeiro a atirar".
Já divaguei, num jogo de palavras comecei
Numa lição presunçosa acabei.
Tudo isto para dizer...
Não troques as baldrocas,
Pois a vida troca ainda mais.
Sim, vive mas consciente...
que o tudo o que vai trás o segundo V
Volta....
Outros em disléxia de palavras
Por ventura apenas,
Um delirio da minha utopia.
Olho-me envolto
Cercado e centrado
Vendo na direcção vendida
A troca simples e transitada.
O Caos popula as mentes,
De um sociedade endiabrada.
Que por tudo se queixa,
por tudo alguém culpa...
Mas na hora do bom senso
Apenas a lei do seu umbigo perdura.
Quem olha para si antes de apontar?
Quem se lembra do cliché,
Vindo de um monte antigo,
"Quem não tem pecados, que seja o primeiro a atirar".
Já divaguei, num jogo de palavras comecei
Numa lição presunçosa acabei.
Tudo isto para dizer...
Não troques as baldrocas,
Pois a vida troca ainda mais.
Sim, vive mas consciente...
que o tudo o que vai trás o segundo V
Volta....
sexta-feira, 24 de setembro de 2010
Certo
Há que saber dizer as coisas certas
Ás pessoas certas
Para chegar a horas certas
Da maneira Certa....ou não
quinta-feira, 23 de setembro de 2010
Crónicas de um Submarino
Ontem foi engraçado, aqui o Zé Peixe decidiu entrar na piscina e fazer os exercícios iniciais de chinelinhos calçados!
Resultado: Agora sou o Cromo lá dos Massaricos
sexta-feira, 3 de setembro de 2010
Bardamerda
Endiabrado sonegado
A mente por entre fios e correntes.
Ai cheiro nauiseabundo
De origem em sovacos mui calientes.
Fica-te e não esbiches
Com esse olhar pontiagudo
Orbitas em flecha
De tanto rastrear e localizar.
Lírio escarafunchado,
Em vestes desafogadas
Doce caminho para o amargo
Perdição Santificada.
Completa e pura desordem
De palavras idem mas pouco pontentes
Do suor na versão mais largada,
Para uma reluzente e adocicada.
Alguém sabe dizer-me o que se passou aqui?
A mente por entre fios e correntes.
Ai cheiro nauiseabundo
De origem em sovacos mui calientes.
Fica-te e não esbiches
Com esse olhar pontiagudo
Orbitas em flecha
De tanto rastrear e localizar.
Lírio escarafunchado,
Em vestes desafogadas
Doce caminho para o amargo
Perdição Santificada.
Completa e pura desordem
De palavras idem mas pouco pontentes
Do suor na versão mais largada,
Para uma reluzente e adocicada.
Alguém sabe dizer-me o que se passou aqui?
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