O dia nasce e mais uma vez aspiro encontrar
nos temas que surgem e desaparecem num segundo
à velocidade com que o movimento se perpetra
aninhando e conjugando um padrão crie momento.
Necessidade fugaz de sair da normalidade
tornar-me algo que cria e o mundo contempla
fascina-me a surpresa do espanto por algo novo criado
As questões da simplicidade que tornaram tão raro.
Em três tempos nasceu, sem dar conta cresceu
Trazendo de trás a imagem que antes vingava
Pelo meio mostrou a evolução marinada pelo tempo
Agora que ao fim chegou a sensação continua
O que se pretende é alterar, marcar, modificar
Para sempre ficar e deixar para relembrar.
Segunda, Quarta e Sexta
De onde surgiu o pensamento
evoluído com o passar do tempo
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sexta-feira, 21 de março de 2014
quinta-feira, 25 de março de 2010
Morna
Ca bo fastam mim assim
Como se nada acontecê
Ca bo tchom li mim assim
Sem saber o que pensá
Bo ta magoame mais assim
D'xonde nhas pensamento difuso...
Ca bo fastam mim assim
Pamodi a mim ta pode nunca mais vôlta
Como se nada acontecê
Ca bo tchom li mim assim
Sem saber o que pensá
Bo ta magoame mais assim
D'xonde nhas pensamento difuso...
Ca bo fastam mim assim
Pamodi a mim ta pode nunca mais vôlta
quinta-feira, 24 de setembro de 2009
Inspiração
Ai triste estou aqui,
Neste anseio desmesurado.
De sentir teu doce perfume
Até mesmo quando está mal amanhado.
A fome perdura e esgana,
Aliada a uma dor atroz.
A vontade de te por na cama
E esbichar sem dó.
Memorável pensamento este,
dos teus pêlos a passar me em frente.
Eram a minha manta,
Que de Inverno aquecia às tantas.
Por entre unhas negras e calos meio saídos,
As minhas costas choram gritando:
Ai que belas massagens,
Com toque de fungos e peixe podrido.
Aqui fico, aqui acabo.
Com tão bela declaração.
Por certo irás voltar,
De cacetéte na mão.
Neste anseio desmesurado.
De sentir teu doce perfume
Até mesmo quando está mal amanhado.
A fome perdura e esgana,
Aliada a uma dor atroz.
A vontade de te por na cama
E esbichar sem dó.
Memorável pensamento este,
dos teus pêlos a passar me em frente.
Eram a minha manta,
Que de Inverno aquecia às tantas.
Por entre unhas negras e calos meio saídos,
As minhas costas choram gritando:
Ai que belas massagens,
Com toque de fungos e peixe podrido.
Aqui fico, aqui acabo.
Com tão bela declaração.
Por certo irás voltar,
De cacetéte na mão.
quinta-feira, 17 de setembro de 2009
sou poeta, poesia ;)
Oh zé, oh zé
Sim tu que os braços chegam aos pés
Oh zé, oh zé
Sim tu, que achas que a nadar vais chegar à Guiné
Oh zé, oh zé
sim tu, que de bicicleta parece um jambé
oh zé oh zé
sim tu, que neste momento faz aquele gesto do "toma madjé"
Sim tu que os braços chegam aos pés
Oh zé, oh zé
Sim tu, que achas que a nadar vais chegar à Guiné
Oh zé, oh zé
sim tu, que de bicicleta parece um jambé
oh zé oh zé
sim tu, que neste momento faz aquele gesto do "toma madjé"
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