Sejam bem vindos treinadores de bancada. Já tinha saudades vossas.
Nota: Gostava de fazer referência a um titulo que todos os dias me surpreende, apesar de ser sempre o mesmo e rara (ou nunca) mudar: Quando a racionalidade sucumbe à emoção enviesada
quarta-feira, 15 de junho de 2016
segunda-feira, 11 de janeiro de 2016
O caçula
Um sorriso de caracóis e olhar maroto
És tu o meu farol num futuro,
que nem sei para onde vai
Mas na certeza que tu lá estarás
Fazes-me crescer, fazes-me amadurecer
rapidamente fazes brotar sorrisos
com facilidade abraças e aconchegas
alegria concentrada em tão pequeno ser.
Há caminhos e cruzamentos que nos abismam
Existem situações que nos assustam e acautelam
Mas tu de longe és o melhor do inesperado
Não tenho duvidas e em ti projeto
O amor que tenho para dar em doses generosas
Sem fim e sem medo de te ver feliz.
Um beijo Miguel :D
És tu o meu farol num futuro,
que nem sei para onde vai
Mas na certeza que tu lá estarás
Fazes-me crescer, fazes-me amadurecer
rapidamente fazes brotar sorrisos
com facilidade abraças e aconchegas
alegria concentrada em tão pequeno ser.
Há caminhos e cruzamentos que nos abismam
Existem situações que nos assustam e acautelam
Mas tu de longe és o melhor do inesperado
Não tenho duvidas e em ti projeto
O amor que tenho para dar em doses generosas
Sem fim e sem medo de te ver feliz.
Um beijo Miguel :D
terça-feira, 29 de dezembro de 2015
Quase quase quase, um piropo
Hoje dei por mim a refletir sobre o facto de às vezes pensar alto...os "bom txi ver" e "oh deus", um dia vão trazer problemas com a lei
segunda-feira, 30 de novembro de 2015
Bebendo o ar matinal
Caramba pah, ainda agora e já estala.
Raios parta que parece que corta
Bate e rebate, não dá para esconder a face.
É que nem encolhido dá para safar de fininho
Tapo aqui , acaba a destapar ali.
Entra sem pedir licença ou sequer anunciar.
É que até parece que vem de sorriso jocoso,
enquanto contra nós esbarra sem esperar.
Ai doí doí,se não doí moí,
Quem não chora aguenta,
dizendo sem qualquer indiferença
não está frio nem orvalho...
está um briol do c.....
Que se lixe, manda ao ar
Respira rápido que há-de passar.
Raios parta que parece que corta
Bate e rebate, não dá para esconder a face.
É que nem encolhido dá para safar de fininho
Tapo aqui , acaba a destapar ali.
Entra sem pedir licença ou sequer anunciar.
É que até parece que vem de sorriso jocoso,
enquanto contra nós esbarra sem esperar.
Ai doí doí,se não doí moí,
Quem não chora aguenta,
dizendo sem qualquer indiferença
não está frio nem orvalho...
está um briol do c.....
Que se lixe, manda ao ar
Respira rápido que há-de passar.
quinta-feira, 26 de novembro de 2015
De um momento para o outro
Algo estranho nestes dias sonâmbulos.
Que se guiam sozinhos comandados pelo inconsciente.
Atenuam algo que se esconde para não machucar
Um coração aturdido sem o calor do teu olhar.
Indecisão sobre o caminho a tomar
Dar azo ao ditado e deixar-te voar
Se alguma vez foste minha por certo irias voltar
caso contrário, uma lembrança vou sempre guardar.
Tu és especial, um cliché de palavras a desenhar,
Esta imagem que de ti consegui escrevinhar.
Da ideia de que o perfeito é impossível de encontrar,
Mas em ti encontrei algo perfeito para para eu amar.
Encosto a cabeça no ombro e deixo-me aconchegar
decido que hoje vou te abraçar
mesmo que uma ultima vez...o contacto quero partilhar
Que se guiam sozinhos comandados pelo inconsciente.
Atenuam algo que se esconde para não machucar
Um coração aturdido sem o calor do teu olhar.
Indecisão sobre o caminho a tomar
Dar azo ao ditado e deixar-te voar
Se alguma vez foste minha por certo irias voltar
caso contrário, uma lembrança vou sempre guardar.
Tu és especial, um cliché de palavras a desenhar,
Esta imagem que de ti consegui escrevinhar.
Da ideia de que o perfeito é impossível de encontrar,
Mas em ti encontrei algo perfeito para para eu amar.
Encosto a cabeça no ombro e deixo-me aconchegar
decido que hoje vou te abraçar
mesmo que uma ultima vez...o contacto quero partilhar
Um exercício de imaginação
Tomemos a parte pelo todo.
Calmamente eliminemos os pontos de diferença que estão mais ao extremo.
Uma vez eliminados, esse extremo desaparece. Surge então outro extremo que mesmo sendo mais próximo do centro que o anterior..agora é extremo.
Mantenhamos o princípio e eliminemos esse extremo também.
Assim sucessivamente até...chegar ao ponto em que nos somos o extremo...o que fazer?
Calmamente eliminemos os pontos de diferença que estão mais ao extremo.
Uma vez eliminados, esse extremo desaparece. Surge então outro extremo que mesmo sendo mais próximo do centro que o anterior..agora é extremo.
Mantenhamos o princípio e eliminemos esse extremo também.
Assim sucessivamente até...chegar ao ponto em que nos somos o extremo...o que fazer?
quarta-feira, 25 de novembro de 2015
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