quarta-feira, 13 de abril de 2011

Alma

Som que nos toca mas incólume,
persiste afoito e perspicaz.
Envolto em grande mistério
mas deveras marcante e fulminante,
em todos nós acaba por ficar.

Melodia regada em tons medievais,
tons líricos e cordas esticadas,
Abraçam a nossa existência
Alimentam memórias e gentes apaixonadas.

Deixei tudo por ela...
Eu sou aquele que te quer...
Kadoc, the nights Train...

Pérolas...

quinta-feira, 31 de março de 2011

Bela Resposta

Algures num ecrã perto de si...

"olha, não respondo porque me esqueci, não atendo porque não estou a ouvir bem agora, e não apareças porque não vou estar onde tu estarás"

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

Morabeza

Nem sei ao certo que significado,
guarda esta palavra.
Não percebo sequer a razão
pela qual ela agora,
decide e materializa-se
sem permissão e oposição.

Lado a lado,
com a dor de estar longe.
Daqueles que amamos,
e sofrem sem amparo.
Uma palavra, um toque, um carinho...

Nem mesmo o cliché,
que estarás sempre o coração.
Chega para dourar tal situação.

Nem mesmo o espectável,
de toda a situação,
deixa-me acalmar...um anseio
que todos aqui partilhamos.

Desejo de um abraço forte,
e sentir que a dor por todos,
é partilhada e superada.

A ti ... Pai neste momento...

segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

O primeiro poema infantil

Havia um porquinho,
De pele rosada.
Muito redondinho,
Amigo da paparoca.

Quando o tempo estava quente
No charco refrescava,
Muita água, muita terra
O porquinho adorava.

Quando vinha o frio,
nas palhas deitava.
Bem aconchegado
com doces sonhava.

Oinc! Oinc!


p.s: Lol

quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

De quem é a culpa?

Mais um momento de intensa introspecção e cheguei à conclusão que a culpa daquele sentimento de nos sentirmos sempre melhor a fazer algo no nosso lar, é do nossos progenitores. Desde a comida que em casa sabe sempre melhor, ao simples facto da folha dupla fazer parecer todos os outros papeis de casa banho públicas, uma folha desgastada a desfazer-se nas mãos...

Como diria algúem: "Home, Sweet Home" 
...ou em Luso-Britânico "casa, doce da casa"

sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

Zouter da Ron

Há quem fale em falácia,
Outros em disléxia de palavras
Por ventura apenas,
Um delirio da minha utopia.

Olho-me envolto
Cercado e centrado
Vendo na direcção vendida
A troca simples e transitada.

O Caos popula as mentes,
De um sociedade endiabrada.
Que por tudo se queixa,
por tudo alguém culpa...
Mas na hora do bom senso
Apenas a lei do seu umbigo perdura.

Quem olha para si antes de apontar?
Quem se lembra do cliché,
Vindo de um monte antigo,
"Quem não tem pecados, que seja o primeiro a atirar".

Já divaguei, num jogo de palavras comecei
Numa lição presunçosa acabei.

Tudo isto para dizer...
Não troques as baldrocas,
Pois a vida troca ainda mais.
Sim, vive mas consciente...
que o tudo o que vai trás o segundo V

Volta....

sexta-feira, 24 de setembro de 2010

Certo

Há que saber dizer as coisas certas
Ás pessoas certas
Para chegar a horas certas
Da maneira Certa....ou não