segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

O primeiro poema infantil

Havia um porquinho,
De pele rosada.
Muito redondinho,
Amigo da paparoca.

Quando o tempo estava quente
No charco refrescava,
Muita água, muita terra
O porquinho adorava.

Quando vinha o frio,
nas palhas deitava.
Bem aconchegado
com doces sonhava.

Oinc! Oinc!


p.s: Lol

quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

De quem é a culpa?

Mais um momento de intensa introspecção e cheguei à conclusão que a culpa daquele sentimento de nos sentirmos sempre melhor a fazer algo no nosso lar, é do nossos progenitores. Desde a comida que em casa sabe sempre melhor, ao simples facto da folha dupla fazer parecer todos os outros papeis de casa banho públicas, uma folha desgastada a desfazer-se nas mãos...

Como diria algúem: "Home, Sweet Home" 
...ou em Luso-Britânico "casa, doce da casa"

sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

Zouter da Ron

Há quem fale em falácia,
Outros em disléxia de palavras
Por ventura apenas,
Um delirio da minha utopia.

Olho-me envolto
Cercado e centrado
Vendo na direcção vendida
A troca simples e transitada.

O Caos popula as mentes,
De um sociedade endiabrada.
Que por tudo se queixa,
por tudo alguém culpa...
Mas na hora do bom senso
Apenas a lei do seu umbigo perdura.

Quem olha para si antes de apontar?
Quem se lembra do cliché,
Vindo de um monte antigo,
"Quem não tem pecados, que seja o primeiro a atirar".

Já divaguei, num jogo de palavras comecei
Numa lição presunçosa acabei.

Tudo isto para dizer...
Não troques as baldrocas,
Pois a vida troca ainda mais.
Sim, vive mas consciente...
que o tudo o que vai trás o segundo V

Volta....

sexta-feira, 24 de setembro de 2010

Certo

Há que saber dizer as coisas certas
Ás pessoas certas
Para chegar a horas certas
Da maneira Certa....ou não

quinta-feira, 23 de setembro de 2010

Crónicas de um Submarino

Ontem foi engraçado, aqui o Zé Peixe decidiu entrar na piscina e fazer os exercícios iniciais de chinelinhos calçados!

Resultado: Agora sou o Cromo lá dos Massaricos

sexta-feira, 3 de setembro de 2010

Bardamerda

Endiabrado sonegado
A mente por entre fios e correntes.
Ai cheiro nauiseabundo
De origem em sovacos mui calientes.

Fica-te e não esbiches
Com esse olhar pontiagudo
Orbitas em flecha
De tanto rastrear e localizar.

Lírio escarafunchado,
Em vestes desafogadas
Doce caminho para o amargo
Perdição Santificada.

Completa e pura desordem
De palavras idem mas pouco pontentes
Do suor na versão mais largada,
Para uma reluzente e adocicada.

Alguém sabe dizer-me o que se passou aqui?

segunda-feira, 23 de agosto de 2010

Novo Projecto

Brevemente irei estudar as reacções a um acontecimento extremamente maçudo, repetitivo e irritante. Vulgo: Som das teclas do telemóvel activo e a reproduzir algo do género "Chato"