Bio: Jovem de 28 anos com uma mente tipicamente distraída em relação à namorada, que por mais desgadelhada que esteja parece-lhe sempre uma princesa a chegar ao altar.
Problema:
Reparar que a namorada cortou ou fez algo ao cabelo
Solução:
Criar aplicação móvel em que quando a namorada vai ao cabeleiro, este regista o que ela fez e despoleta uma notificação para a aplicação do jovem namorado.
Intenção:
Quando ela chegar à beira dele poder dar a dica com a certeza: Olha, estás diferente, o que fizeste? (nota: sugerir o que poderá ter feito dá muita bandeira)
Resultado a curto prazo:
Menos umas quantas saídas dela " tu nunca reparas em mim" e provocar endorfinas na namorada fazendo o que ele mais gosta: vê-la feliz
Resultado a longo prazo:
Ela descobre a Aplicação e cai o carmo e a trindade porque o que ele fez não foi de forma Natural então não tem o mesmo valor.
Conclusão:
Ele preocupou-se com uma necessidade, arranjou uma solução e tudo para ficar bem. Ela está preocupada com o natural da coisa...
Decididamente manual precisa-se.
p.s: História imaginada durante uma conversa demagoga num período de procrastinação no trabalho :D
Um jovem com problemas de atenção decide inventar uma aplicação móvel para resolver este problema
terça-feira, 22 de julho de 2014
terça-feira, 15 de julho de 2014
Bem, adio novamente
Há constantes que apenas variam na forma como entram na nossa vida.
Com esta adio mais uma e espero pelo ciclo que me irá trazer uma nova.
Com esta adio mais uma e espero pelo ciclo que me irá trazer uma nova.
quarta-feira, 18 de junho de 2014
Brandos costumes
Preocupa-me o facto de parecer que se vive em portugal um clima tolerante e abrangente a todos os temas, quando no fundo basta algo aparecer algo de errado que desata-se a desenterrar todo o tipo de argumentos de baixo nível, xenófobos e ignorantes.
As responsabilidades devem ser apontadas e não rebuscadamente colocadas ao serviço das frustrações retrógradas que abundam na cabeça de cada inergume.
Seguramente são uma minoria, pelo menos quero acreditar, no entanto estas questões não são aquelas em que ignorar resolve o assunto. Pelo contrário, cimenta medos e razões vazias.
Esta "minoria" não tem pejo em falar e vociferar tamanha quantidade de estrume. Há que contra-argumentar e não deixar sem resposta o que contado muitas vezes e sem direito ao contraditório raramente não se torna regra.
O julgamento fácil é algo que ninguém está livre...no entanto o argumento sujo já depende da imundice e trampa que mina o cérebro de quem os usa.
As responsabilidades devem ser apontadas e não rebuscadamente colocadas ao serviço das frustrações retrógradas que abundam na cabeça de cada inergume.
Seguramente são uma minoria, pelo menos quero acreditar, no entanto estas questões não são aquelas em que ignorar resolve o assunto. Pelo contrário, cimenta medos e razões vazias.
Esta "minoria" não tem pejo em falar e vociferar tamanha quantidade de estrume. Há que contra-argumentar e não deixar sem resposta o que contado muitas vezes e sem direito ao contraditório raramente não se torna regra.
O julgamento fácil é algo que ninguém está livre...no entanto o argumento sujo já depende da imundice e trampa que mina o cérebro de quem os usa.
terça-feira, 17 de junho de 2014
Dentista
Honestamente....
Assistir ao canal zen.tv, quando o programa era sobre exercícios de relaxamento com três senhoras em várias posições que oscilavam entre pranchas, movimentos pélvicos e alongamentos de barriga para o chão...Não será melhor maneira de relaxar na cadeira do dentista
Assistir ao canal zen.tv, quando o programa era sobre exercícios de relaxamento com três senhoras em várias posições que oscilavam entre pranchas, movimentos pélvicos e alongamentos de barriga para o chão...Não será melhor maneira de relaxar na cadeira do dentista
quarta-feira, 4 de junho de 2014
E chega o dia 7 :p
É já este sábado o meu primeiro workshop. Este será um primeiro passo, o principio da minha aprendizagem também numa área que gostava de investir, animação ligada à dança.
O começo porque não tenho formação nem na área artística nem pedagógica. Muitos perguntam, incluindo eu, se não estou a começar a construir a casa pelo telhado. A resposta mais fácil de dar é que muito provavelmente sim. Tento isolar este pensamento e pensar que darei um passo de cada vez e avaliando os pontos em que necessito de evoluir e procurar formações direcionadas para objetivos mais focados e sucintos no tempo.
Voltando ao dia 7, sinto a ansiedade da expectativa natural nestas alturas em que se experimenta algo novo. Vou apresentar uma ideia e um conceito, algo que irá ser alvo de escrutínio. Não é possível agradar a gregos e a troianos, mas desejo sinceramente que o resultado final traga um sorriso originado numa hora e meia bem passada com muita alegria, convívio e dança. Claro está, e mais importante, que consiga colocar a semente da vontade de prosseguir neste tipo de atividades aqueles que participarem no workshop.
Não será com este dia que irei descobrir a pólvora ou tornar-me num master no ensino da dança. Também não será neste dia que irei desistir caso as coisas não corram como esperado. Apenas o primeiro passo.
Até sábado
O começo porque não tenho formação nem na área artística nem pedagógica. Muitos perguntam, incluindo eu, se não estou a começar a construir a casa pelo telhado. A resposta mais fácil de dar é que muito provavelmente sim. Tento isolar este pensamento e pensar que darei um passo de cada vez e avaliando os pontos em que necessito de evoluir e procurar formações direcionadas para objetivos mais focados e sucintos no tempo.
Voltando ao dia 7, sinto a ansiedade da expectativa natural nestas alturas em que se experimenta algo novo. Vou apresentar uma ideia e um conceito, algo que irá ser alvo de escrutínio. Não é possível agradar a gregos e a troianos, mas desejo sinceramente que o resultado final traga um sorriso originado numa hora e meia bem passada com muita alegria, convívio e dança. Claro está, e mais importante, que consiga colocar a semente da vontade de prosseguir neste tipo de atividades aqueles que participarem no workshop.
Não será com este dia que irei descobrir a pólvora ou tornar-me num master no ensino da dança. Também não será neste dia que irei desistir caso as coisas não corram como esperado. Apenas o primeiro passo.
Até sábado
sexta-feira, 30 de maio de 2014
Fashion way
Não te abandonei, garanto.
Apesar de agora também twittar.
Não te esqueci, é certo
Se bem que mais (+) carregar
Não me despeço, sem margem para duvidas
Mesmo vendo-me a likar
Não te encerrarei, é impossível
Ainda que esteja a dispersar.
Não deixarás de ser uma parte de mim
Pois é aqui que o insano e profano,
profundo e pensado
Alegre e motivador, irei continuar a ditar
Apesar de agora também twittar.
Não te esqueci, é certo
Se bem que mais (+) carregar
Não me despeço, sem margem para duvidas
Mesmo vendo-me a likar
Não te encerrarei, é impossível
Ainda que esteja a dispersar.
Não deixarás de ser uma parte de mim
Pois é aqui que o insano e profano,
profundo e pensado
Alegre e motivador, irei continuar a ditar
quarta-feira, 14 de maio de 2014
E agora com quase cinco meses
Um exemplo: Dia de ir às compras.
Após passagem rápida pelos pasquins da publicidade, célere, pois se me der ao trabalho de ler tamanha quantidade de informação, processar, comparar e definir um plano de ataque mais eficiente e poupado deixo de ter vida, enveredo em mais uma odisseia sem hora de fim estipulada.
Considero-me uma pessoa bastante controlada no que toca ao consumismo desenfreado, no espanto quase espontâneo por algo cuja a cor hoje está mais atrativa ou que o cêntimos abaixo do valor comum de algo me façam leva-lo e ficar na prateleira sem grande utilidade.
No entanto há um padrão que tem vindo a acontecer, jornada de compra após jornada de compra.
O pensamento: "Afinal não compro isto sempre, neste já poupo da próxima vez que cá voltar."
Falácia da grossa esta, porque todos os meses há algo que não compro sempre. Verdade que não se repetem mas a parte do poupar o "excesso" que fiz no anterior é algo que dificilmente vai acontecer. Mas lá me adapto e resolvo, tirando até algum prazer nesta necessidade de decisão e avaliação à posteriori.
Nestes quase cinco meses aprendi que a gestão de uma casa tem muito que se lhe diga. A vertente das compras é apenas uma delas. Sempre fui habituado a ter tarefas domésticas apesar de com o tempo ter a perfeita noção que aperfeiçoei a capacidade de me furtar a algumas delas ;) Mas neste campo das decisões, devo dizer que apenas era solicito quando as questões fugiam para a tecnologia ou resolução de problemas.
Há coisas que faço com gosto outras porque a necessidade de as ter feita é mais importante. Para mim foi importante esta mudança de paradigma. Nunca me considerei um preguiçoso e sempre estive disposto a ajudar. Mas neste momento sei onde é realmente preciso me dedicar para que o faço seja onde é mais necessário.
Após passagem rápida pelos pasquins da publicidade, célere, pois se me der ao trabalho de ler tamanha quantidade de informação, processar, comparar e definir um plano de ataque mais eficiente e poupado deixo de ter vida, enveredo em mais uma odisseia sem hora de fim estipulada.
Considero-me uma pessoa bastante controlada no que toca ao consumismo desenfreado, no espanto quase espontâneo por algo cuja a cor hoje está mais atrativa ou que o cêntimos abaixo do valor comum de algo me façam leva-lo e ficar na prateleira sem grande utilidade.
No entanto há um padrão que tem vindo a acontecer, jornada de compra após jornada de compra.
O pensamento: "Afinal não compro isto sempre, neste já poupo da próxima vez que cá voltar."
Falácia da grossa esta, porque todos os meses há algo que não compro sempre. Verdade que não se repetem mas a parte do poupar o "excesso" que fiz no anterior é algo que dificilmente vai acontecer. Mas lá me adapto e resolvo, tirando até algum prazer nesta necessidade de decisão e avaliação à posteriori.
Nestes quase cinco meses aprendi que a gestão de uma casa tem muito que se lhe diga. A vertente das compras é apenas uma delas. Sempre fui habituado a ter tarefas domésticas apesar de com o tempo ter a perfeita noção que aperfeiçoei a capacidade de me furtar a algumas delas ;) Mas neste campo das decisões, devo dizer que apenas era solicito quando as questões fugiam para a tecnologia ou resolução de problemas.
Há coisas que faço com gosto outras porque a necessidade de as ter feita é mais importante. Para mim foi importante esta mudança de paradigma. Nunca me considerei um preguiçoso e sempre estive disposto a ajudar. Mas neste momento sei onde é realmente preciso me dedicar para que o faço seja onde é mais necessário.
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