Não há nada mais triste do que nos tornarmos naquilo contra o qual lutamos.
Esperem...afinal há algo mais triste: a altura em que somos confrontados com isso e/ou negamos ou achamos que podemos ser justos agindo como outros agiram porque tal nos é devido
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terça-feira, 12 de julho de 2016
terça-feira, 10 de fevereiro de 2015
Ai está, vulgo, delirante
Ideias toscas por vezes ignoradas,
Sentimento deambulante pela densidade encarpada.
Juízos vadios na procura do sentido.
Invariável pertença, muitas vezes sem crença.
Filhos de inúmeras mães,
Educado por um molhe de pais
Por vezes sem o toque e calor necessário,
Para tornar a moral em algo ajustado.
Nem será necessário ver em redor
basta pensar de onde vem...só.
Influenciado e timbrado,
Moldado e transformado.
Num pequeno aglomerado global
Que nos invade sem dar conta
Hoje nascemos filhos de um par de progenitores
Hoje crescemos filhos de uma vizinhaça alargada
Hoje assimilamos informação em tamanho colossal
Hoje...não sabemos o efeito amanha do que hoje se manifesta.
Sentimento deambulante pela densidade encarpada.
Juízos vadios na procura do sentido.
Invariável pertença, muitas vezes sem crença.
Filhos de inúmeras mães,
Educado por um molhe de pais
Por vezes sem o toque e calor necessário,
Para tornar a moral em algo ajustado.
Nem será necessário ver em redor
basta pensar de onde vem...só.
Influenciado e timbrado,
Moldado e transformado.
Num pequeno aglomerado global
Que nos invade sem dar conta
Hoje nascemos filhos de um par de progenitores
Hoje crescemos filhos de uma vizinhaça alargada
Hoje assimilamos informação em tamanho colossal
Hoje...não sabemos o efeito amanha do que hoje se manifesta.
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